Nesta quarta-feira (30/8), servidores em luta!

Servidores da ex Roquette Pinto realocados no Depex

Após intensa atuação do Sintrasef em reuniões no Rio e em Brasília, cerca de 30 servidores da ex Fundação Roquette Pinto

Pelo serviço público e contra a reforma da Previdência

Eu sou Servidor Público concursado. Nenhum político me favoreceu à essa vaga!

CPI apresenta balanço e mostra que Previdência é superavitária

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga as contas da Previdência apresentou no mês de julho um balanço dos trabalhos referente ao primeiro semestre. A CPI realizou 22 audiências desde que foi instalada no Senado.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Assembleia nesta segunda-feira (26/6), às 17h, para deliberação da greve geral do dia 30. Reunião do Conselho de Base será às 15h

O Sintrasef convoca todos os filiados para assembleia geral nesta segunda-feira (26/6), às 17h, no auditório do sindicato, onde será debatida a deliberação da greve geral do dia 30/6. Às 15h haverá reunião do Conselho dos núcleos de base.
A unidade na luta é fundamental, pois o momento é de mostrar quem tem compromisso com a história da classe trabalhadora do Brasil. Participe!

Na pauta:
- Análise de conjuntura;
- Deliberação da greve geral no dia 30/6;
- Avaliação e parecer do Conselho de base sobre a conduta de dois membros associados aos quadros do Sintrasef;
- Assuntos de interesse da categoria



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Reforma da Previdência é destaque no Dia Mundial Contra a Violência ao Idoso

Servidores aposentados e de entidades como o Fórum Permanente da Política Nacional e Estadual do Idoso (Fórum Pnei-RJ) participaram na quinta-feira (15/6), no calçadão de Copacabana, do Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa. Durante a atividade os aposentados conversaram e alertaram as pessoas sobre os diversos tipos de violências que são cometidas diariamente e silenciosamente contra os idosos.
Uma das principais violências está na atual proposta de reforma da Previdência do governo golpista de Michel Temer. “Vai nos atacar diretamente! Temos que combater as grossas mentiras do governo, que quer porque quer nos empurrar não só esta reforma da Previdência, como também a trabalhista. Ambas derrubam vários direitos adquiridos e promulgados pela Constituição de 1988 e penalizarão os jovens de hoje, idosos de amanhã”, disse Jorge Tancredo, servidor aposentado do Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen) e diretor do Sintrasef.

Além de conversas e explicações sobre as tentativas de reforma da Previdência e desmonte do Sistema Único de Saúde (SUS) pelo governo golpista houve distribuição do Estatuto do Idoso para os passantes e coleta de assinaturas para a CPI dos Abrigos no Rio de Janeiro. O repasse de verbas e a gestão de abrigos para idosos como o Cristo Redentor, em Higienópolis, se transformaram em uma verdadeira história de terror e os locais estão sucateados, sobrevivendo muitas vezes de doações particulares.
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Após vitória parcial no Senado, greve geral dia 30 pode enterrar a reforma trabalhista

Servidores, trabalhadores de diversos setores, sindicatos, centrais sindicais, estudantes, movimentos sociais e a população em geral vivem esses dias mais um momento de protagonismo na história. A derrota da proposta de reforma trabalhista do governo golpista na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado nesta terça-feira (20/6) mostrou que há possibilidade de a proposta também ser derrotada na votação do plenário e a reforma ser enterrada de vez. A oportunidade de defendermos nossos direitos está nas nossas mãos.
Para tanto, é necessário união e rapidez. A meta é reforçar o trabalho de base para a greve geral marcada para o próximo dia 30. O Sintrasef realiza reunião do Conselho de Base e assembleia geral nesta segunda-feira (26/6), a partir das 15h. Participe!
Ciente da possibilidade de derrota, o governo tenta manter seu rolo compressor e colocar a  votação da reforma em plenário já no próximo dia 28. Os servidores estarão atentos e também anteciparão a greve caso esta votação seja confirmada pelo Senado.
O presidente nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, lembrou que a derrota da proposta do governo na CAS do Senado é fruto da mobilização da classe trabalhadora. “A luta dá resultado, pode demorar um pouco, mas dá resultado, sempre deu. Fizemos a maior greve geral da história e não era possível que não desse resultado nenhum. E nosso trabalho está certo porque estamos indo aos municípios dizer que quem votar a favor (das reformas) não vai se eleger. Não adianta querer morrer abraçado com o Temer, porque ele tem prazo de validade. Deputado e senador que quiserem se eleger precisam do voto do povo e o povo não vai votar em quem acabou com o trabalho dele, com a carteira assinada dele, com as férias e com a aposentadoria”, disse.

A secretária nacional de políticas sociais da CUT, Jandira Uehara, ressalta: "Tivemos uma vitória importante no Senado, graças aos movimentos populares e sindicais. É uma pequena vitória, mas serve para demonstrar que mesmo lá no campo do Temer, nós conseguimos bons resultados. Isso é fruto da luta das ruas, dessa luta que vem desde o ano passado, contra o golpe e neste ano contra o Temer".
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terça-feira, 20 de junho de 2017

Repúdio à detenção de sindicalista em Brasília


Artur Accacio, diretor do Sintrasef, reprova
a ação policial em Brasília
O Sintrasef repudia a detenção do secretário-geral do Sindsep-DF (Sindicato dos Servidores Públicos Federais no Distrito Federal), Oton Neves, durante assembleia em frente ao Ministério do Meio Ambiente, em Brasília, nesta terça-feira (20/6).
Há anos são realizadas assembleias em frente a locais de trabalho em todo o Brasil. Desta vez, o agente policial alegou que não poderia haver aparelhagem sonora em frente a prédio público e encaminhou o sindicalista para a 5ª Delegacia Policial. Neves assinou um Termo Circunstancial e foi liberado em seguida para responder pela “infração” em juízo.
O Sintrasef e o Sindsep-DF classificam o episódio como um claro reflexo do golpe que o país atravessa, com o governo ilegítimo incentivando a polícia a reprimir toda e qualquer manifestação legítima de trabalhadores e a perseguir sindicalistas.   

“O Sintrasef repudia a ação da polícia contra sindicalistas, e lembra que sindicalista é trabalhador! No caso, o dirigente Oton é servidor público federal do Ministério da Saúde e secretário-geral do Sindsep-DF. A nossa preocupação é que se torne prática: em toda a assembleia a polícia venha a prender sindicalista e acabar com a assembleia. Então deixamos claro que se há medidas judiciais para acabar com isso o Sintrasef tomará essas medidas para que isso não aconteça em sindicato nenhum. Nós somos representantes da categoria dos trabalhadores do serviço público federal e não podemos ser repreendidos por polícia dentro de uma ação que é legítima”, afirmou Artur Accacio, servidor do Ministério da Saúde e diretor do Sintrasef. 
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Assembleia nesta segunda-feira (26/6), às 17h, para deliberação da greve geral do dia 30. Reunião do Conselho de Base será às 15h


O Sintrasef convoca todos os filiados para assembleia geral nesta segunda-feira (26/6), às 17h, no auditório do sindicato, onde será debatida a deliberação da greve geral do dia 30/6. Às 15h haverá reunião do Conselho de Núcleos de base.
A unidade na luta é fundamental, pois o momento é de mostrar quem tem compromisso com a história da classe trabalhadora do Brasil. Participe!

Na pauta:
- Deliberação da greve geral no dia 30/6;
- Avaliação e parecer do Conselho de base sobre a conduta de dois membros  associados aos quadros do Sintrasef;
- Assuntos de interesse da categoria


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Comissão do Senado rejeita relatório da reforma trabalhista, mas ameaça continua

Trabalhadores tiveram uma vitória nesta terça-feira (20/6) com a rejeição do relatório da reforma trabalhista pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado. Dez senadores votaram contra e nove a favor do texto encaminhado pelo governo.
Com a derrota do texto do governo, o relatório encaminhado pela comissão foi o do senador Paulo Paim (PT-RS). Agora o relatório da CAS se juntará aos relatórios da CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) e CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) e irá para o plenário do Senado. No plenário os senadores decidirão qual deles será colocado em votação. Apesar da derrota, o governo aposta em manter o “rolo compressor” e tentar aprovar a reforma trabalhista até o dia 28 de junho.

Para o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), o trabalho dos sindicatos e das centrais sindicais foi fundamental e deve aumentar esses dias para impedir a reforma. “Os últimos dois votos a nosso favor foram feitos conseguidos pelo trabalho de base dos sindicatos”, comemorou. O senador acredita que foi o agravamento da crise política e econômica do governo golpista de Michel Temer que pressionou os senadores a votarem contra a reforma na CAS. “A gente tem uma chance grande de derrotar esse golpe. O governo Temer acabou”, sentenciou o petista.
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segunda-feira, 19 de junho de 2017

Sociedade civil lança nesta segunda-feira (19/6), na OAB-RJ, campanha nacional pelas Diretas já!

Como parte das lutas contra as reformas e pela saída de Temer, entidades da sociedade civil lançam nesta segunda-feira (19/6), às 18h30, na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB -Avenida Marechal Câmara, 150) , no Rio, a Frente Nacional Ampla pelas Diretas, Direitos e Fora Temer, no Rio de Janeiro. Fazem parte da Frente, entre outras, a própria OAB, as centrais sindicais, sindicatos, entidades do movimento estudantil, sem-terra e partidos políticos de oposição.
O lançamento tem como finalidade fortalecer e ampliar na sociedade o apoio à luta contra as reformas previdenciária e trabalhista, pelo afastamento imediato de Temer da Presidência, e pela eleição direta do seu substituto. Por possuir as mesmas reivindicações da Greve Geral convocada pelas centrais sindicais para o dia 30 de junho, a Frente Nacional pelas Diretas, por Direitos e Fora Temer, fortalece a paralisação e seus objetivos. E, ao mesmo tempo, inclui nesta luta muitos outros setores da sociedade.

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Parada LGBT de SP pede fim da intolerância religiosa, Fora Temer e Diretas Já!

A 21º edição da Parada do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) aconteceu neste domingo (18/6), em São Paulo, onde milhares de pessoas ocuparam a Avenida Paulista com irreverência e alegria. Desta vez a mobilização ganhou um caráter político mais profundo em um país onde o futuro de milhares de cidadãos é decido através de um Congresso Nacional com forte influência da bancada evangélica. O tema de uma das maiores paradas do mundo foi “Independente de nossas crenças, nenhuma religião é lei. Todos e todas por um Estado laico”. O Rio de Janeiro é um exemplo dessa ameaça religiosa. A segunda maior cidade do país corre o risco de não ter parada LGBT este ano por ter como prefeito o evangélico Marcelo Crivella (PRB).
A Parada apontou a necessidade de resistir e lutar por políticas públicas em defesa dos direitos humanos. Principalmente em um país marcado pela discriminação à orientação sexual, onde nos quatro primeiros meses deste ano ocorreram 117 assassinatos de pessoas lésbicas, gays, bissexuais e transexuais, segundo dados do Grupo Gay da Bahia (GGB).
Para o coordenador do Coletivo LGBT da CUT de São Paulo, o metroviário Marcos Freire, a Parada ajuda a colocar em debate o modelo de sociedade que desejamos e estamos construindo. “Ela dá visibilidade aos avanços que tivemos para a população LGBT, mas mostra também os nossos desafios, já que temos um Congresso conservador num momento de golpe que tem como objetivo a retirada de direitos”, afirmou.
Walmir Siqueira, do Coletivo LGBT do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), acredita que a bancada religiosa se fortaleceu no poder desde que foi dado o golpe contra a presidenta eleita Dilma Rousseff. “Sabemos que o golpe acentua o fascismo e a discriminação. Aí cresce o machismo, a LGBTfobia, o xenobofismo e outros ódios. E não é segredo que o estado de São Paulo é o que mais mata a comunidade LGBT”, disse.   

Para a baiana Thaís Lima da Silva, o tema sobre a laicidade do Estado deste ano é importante. "Eu sou católica e acredito muito em Deus. Deus é maravilhoso com todos nós. O estado laico é a religião para todos", disse.
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sexta-feira, 16 de junho de 2017

20 de junho: dia de luta para enterrar a reforma trabalhista

Dia 20 de junho será a próxima grande mobilização organizada pelos sindicatos e centrais sindicais, o “Dia Nacional de Mobilização contra as reformas da Previdência e Trabalhista”. Estão previstas panfletagens e atos públicos em todo o país contra a tentativa do governo de aprovar “na marra” as reformas que prejudicam a imensa maioria dos brasileiros. As mobilizações também farão parte da luta da classe trabalhadora pelo fim do governo ilegítimo de Temer, eleições diretas e uma nova agenda para o país(veja calendário no Rio no final da matéria).
Servidores, trabalhadores de diferentes setores e a população em geral dirão um grande ‘Não’ ao avanço da proposta da reforma trabalhista no Congresso (PLC 38/2017). O texto aguarda votação na Comissão de Assuntos Sociais do Senado e está previsto para ser votado em plenário dia 28 deste mês. Além da movimentação de rua os servidores farão corpo a corpo com os parlamentares em suas bases e nos aeroportos. É fundamental também o envio de e-mails e mensagens para que os parlamentares votem contra a reforma.
Para Sérgio Nobre, secretário-geral da Central Única dos Trabalhadores (CUT), “um governo sem legitimidade e um Congresso envolvido em escândalos não têm nenhuma condição de dialogar com a classe trabalhadora, porque sabem que essa pauta de derrubada de direitos mínimos jamais seria aprovada pelo povo em eleições diretas. Assim, cabe a todo brasileiro que deseja ver seu filho trabalhando em condições dignas, que ainda sonha em se aposentar sem morrer trabalhando ir para a rua cobrar o fim dessas reformas”.   

Plano Popular de Emergência

Foi lançado na segunda-feira (12/6), no Rio, o Plano Popular de Emergência. O objetivo é apresentar propostas para tirar o Brasil da crise e construir uma alternativa programática. O ponto de partida do plano é a saída de Michel Temer da presidência da república e a realização de eleições diretas para derrotar as forças golpistas.
Veja abaixo os dez eixos do Plano Popular de Emergência:
(I)                - Democratização do Estado;
(II)             – Política de desenvolvimento, emprego e renda;
(III)           - Reforma Agrária e agricultura familiar;
(IV)          – Reforma tributária;
(V)             – Direitos sociais e trabalhistas;
(VI)          – Direito à saúde, educação, cultura e moradia;
(VII)        – Segurança pública;
(VIII)     – Direitos Humanos e cidadania;
(IX)           – Defesa do meio ambiente;
(X)             – Política Externa Soberana

Calendário de mobilização rumo à greve geral do dia 30
19/06 - Lançamento da Frente Ampla pelas Diretas e Direitos. 
Na Sede da OAB-RJ (Rua Marechal Câmara, 150 – Centro), às 18h30.
20/06 - Dia Nacional de Mobilização contra as reformas da Previdência e trabalhista.
22/06 - Ato pelas Diretas e Direitos em Niterói.

25/06 - Ato pelas Diretas e Direitos na Zona Oeste.
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quarta-feira, 14 de junho de 2017

Mobilizações dia 20 preparam a greve geral do dia 30 de junho

Dia 20 de junho será a próxima grande mobilização organizada pelos sindicatos e centrais sindicais, o “Dia Nacional de Mobilização contra as reformas da Previdência e Trabalhista”. A data será um esquenta rumo à greve geral do dia 30 contra os projetos de reforma que atacam os direitos da classe trabalhadora. Estão previstas panfletagens e atos públicos em todo o país para divulgar a greve geral. A ideia é dialogar com a população e denunciar o governo ilegítimo (veja calendário no Rio no final da matéria).
De acordo com o secretário-geral nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Sérgio Nobre, o clima nas bases é de transformar junho em um mês de resistência. “Faremos assembleias nas portas de fábrica e participaremos do ato unificado no dia 20, o nosso ‘esquenta’, porque percebemos que o sistema político está tentando operar com ou sem Temer e, por isso, temos de fazer luta pelo Fora Temer, contra as reformas e por Diretas Já que nos permitirão não só resistirmos às reformas, mas também colocarmos o Brasil nos trilhos", disse.

Reforma Trabalhista no Senado

Em nova etapa do golpe, a proposta de reforma trabalhista já foi aprovada na Câmara dos Deputados e na Comissão de Assuntos Econômicos. Agora o projeto que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) está em trâmite no Senado e no dia 21 será lido o parecer sobre a constitucionalidade da matéria na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), última etapa antes de ir ao plenário.
De acordo com o líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), a matéria ficará pronta para ser votada no plenário no dia 28 de junho. “A reforma trabalhista então ficará pronta para ser votada no plenário no dia 28/6, portanto, com previsão de aprovação até o final do mês”, afirmou Jucá em mensagem publicada em sua conta no Twitter.
A oposição acredita que a cada semana mais que o projeto fica em debate significa mais tempo para que o assunto seja discutido, o que permitirá que a população faça mais pressão no sentido contrário à reforma. “Esse período que teremos de, no mínimo, mais uma semana para ler e mais uma semana para votar, vai permitir que nós façamos mais audiências públicas. Não apenas aqui na Comissão de Assuntos Sociais, mas em outras como a de Direitos Humanos”, afirmou  o senador Paulo Paim (PT-RS).

Plano Popular de Emergência

Foi lançado na segunda-feira (12/6), no Rio, o Plano Popular de Emergência. O objetivo é apresentar propostas para tirar o Brasil da crise e construir uma alternativa programática. O ponto de partida do plano é a saída de Michel Temer da presidência da república e a realização de eleições diretas para derrotar as forças golpistas.
Veja abaixo os dez eixos do Plano Popular de Emergência:
(I)                - Democratização do Estado;
(II)             – Política de desenvolvimento, emprego e renda;
(III)           - Reforma Agrária e agricultura familiar;
(IV)          – Reforma tributária;
(V)             – Direitos sociais e trabalhistas;
(VI)          – Direito à saúde, educação, cultura e moradia;
(VII)        – Segurança pública;
(VIII)     – Direitos Humanos e cidadania;
(IX)           – Defesa do meio ambiente;
(X)             – Política Externa Soberana

Calendário de mobilização rumo à greve geral do dia 30
19/06 - Lançamento da Frente Ampla pelas Diretas e Direitos. 
Na Sede da OAB-RJ (Rua Marechal Câmara, 150 – Centro), às 18h30.
20/06 - Dia Nacional de Mobilização pela Greve Geral.
22/06 - Ato pelas Diretas e Direitos em Niterói.
25/06 - Ato pelas Diretas e Direitos na Zona Oeste.

30/06 - GREVE GERAL
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